Dólar Rotário - Agosto de 2018 - R$ 3,77

Um sócio, cuja conduta no lar, na sociedade e/ou nos negócios ou profissão está sendo prejudicial ao bom nome do Rotary, ainda que com muita tristeza, precisa ser demitido.

Não é tarefa fácil, mas sempre que optamos pela quantidade sem nos preocupar com a qualidade, corremos o risco de trazer para o clube elementos que mais cedo ou mais tarde acabam denegrindo a imagem de Rotary perante a sociedade.

Além destes há aqueles que, embora selecionados com o devido critério e tendo uma conduta condizente com sua condição de rotariano, desviam-se do bom caminho e passam a prejudicar a instituição com o seu mau exemplo.

O sócio que, por infelicidade, deixou de possuir os atributos que contribuíram para o seu ingresso em Rotary, deve ser excluído sem delongas, pois o clube cresce no conceito da comunidade não apenas no dia que admite um cidadão prestante e de caráter ilibado, mas também quando alija de seu quadro social um indivíduo que se deixou macular por uma conduta repreensível.

Nos casos de exclusão, o melhor mediador entre o mau sócio e o Conselho Diretor deve ser o padrinho, que assumiu o compromisso moral de assistir o afilhado enquanto ambos permanecerem no clube.

Compete então ao padrinho solicitar do afilhado uma carta pedindo o seu desligamento. Contudo, se tal providência não for tomada, cabe ao Conselho Diretor – com base no art. X, seção 6, letra b, dos estatutos – demitir dito sócio, dando-lhe ciência através da secretaria e encaminhando ao RI e à Governadoria o respectivo informe de baixa.

 

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